| 1 x de R$91,00 sem juros | Total R$91,00 | |
| 2 x de R$53,07 | Total R$106,15 | |
| 3 x de R$35,57 | Total R$106,71 | |
| 4 x de R$27,04 | Total R$108,18 | |
| 5 x de R$21,80 | Total R$109,02 | |
| 6 x de R$18,25 | Total R$109,51 | |
| 7 x de R$15,71 | Total R$109,97 | |
| 8 x de R$13,78 | Total R$110,31 | |
| 9 x de R$12,29 | Total R$110,65 | |
| 10 x de R$11,12 | Total R$111,24 | |
| 11 x de R$10,16 | Total R$111,83 | |
| 12 x de R$9,36 | Total R$112,33 |
Em Quando eu for gente grande não se conta propriamente uma história, mas a gente consegue perceber todas as histórias que estão por trás do que o personagem diz — e assim acaba sabendo tudo da vida desse menino que ainda não é grande, mas já está um pouco cansado de ser pequeno.
Por exemplo: ele diz que, quando crescer, a avó não vai mais ficar dizendo “menino, tira o dedo do nariz” quando ele botar o dedo no nariz; e aí a gente descobre que ele bota o dedo no nariz igualzinho a todo mundo, mas, poxa, ninguém deixa esse garoto em paz.
O livro é uma espécie de lista dos problemas de ser criança, isto é, ser alguém rodeado, vigiado e atormentado por essas criaturas que não fazem muito sentido, os adultos.
